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Como a evolução do HTML contribuiu para uma Web mais aberta

11 de outubro de 2017

A Web, que todos conhecemos e usamos, precisa ser livre e aberta. Em um texto anterior, já falamos sobre a importância de padrões para que a Web fique dentro desses princípios. Os padrões ajudam a assegurar que o código que roda na Web é compatível com os protocolos e tecnologias-base e que o conteúdo apresentado seguirá tais padrões.
O que seria da Web, por exemplo, sem o HTML? Sigla para HyperText Markup Language, essa linguagem de marcação é o núcleo de uma Web aberta, pois compõe as páginas da Web e é o alicerce de todos os websites. Junto ao HTML, o CSS é a camada de estilo, para “dar cara” ao site, como adicionar cores, espaçamento e personalizar as fontes e outros elementos.
Em 2014, o W3C publicou as especificações completas do HTML5, quando ele passou a ser oficialmente uma recomendação. Foi um grande marco para a plataforma da Web aberta. A principal questão em jogo aqui é que o HTML5 consegue entregar uma experiência rica para uma variedade de dispositivos, sendo amplamente suportado em navegadores e outras aplicações.
Até sua ampla adoção, porém, houve um longo caminho. Você deve lembrar do Adobe Flash (e pode até usá-lo ainda), plataforma de criar aplicações ricas e jogos muito presente na Web até hoje, mas que dominava o espaço há alguns anos. O Flash apareceu em uma época onde o HTML e o JavaScript ainda eram limitados, mas havia uma demanda na Web de colocar um conteúdo mais rico dentro do navegador.
É só lembrar dos sites populares que rodavam Flash alguns anos atrás. O YouTube usava Flash, o Facebook só parou de usar Flash em 2015 e uma série de outros sites recorriam à essa solução proprietária da Adobe para exibir jogos e portais interativos.
O problema é que o Flash era pesado e não estava intrínseco a Web, pois o usuário precisava instalar um programa além do navegador para acessar os sites. Ao longo do tempo, foram aparecendo uma série de problemas de segurança no Flash, o que preocupava a comunidade.
Mas o grande “prego no caixão” do Flash, que acelerou sua substituição, foi o HTML5. Uma solução de código aberto, leve, rica, que não precisa de instalação adicional, e que se integra muito bem com outras tecnologias da Web aberta, como o CSS e Javascript. Além disso, o HTML5 se integra muito bem nos dispositivos móveis, onde era difícil a instalação do Flash (coisa que no iPhone nunca foi possível).
As tecnologias da Web aberta tentam trazer esses mesmos benefícios que o HTML5, substituindo soluções proprietárias com criações de código aberto, pensadas em uma comunidade para assegurar que sua integração e usabilidade sejam prioridade. Para o usuário final, esse tipo de transição traz diversos benefícios; para a Web, é uma evolução ainda mais significativa.

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