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Criando Empatia com as Realidades Virtual e Aumentada

19 de setembro de 2017

Você já deve saber, a realidade virtual possui inúmeras utilidades que vão muito além dos games. Assim como a realidade aumentada, ela pode ser bem útil para a educação (como a simulação de uma cirurgia), televisão, ciência e… também para estimular empatia e outras emoções humanas.
Basicamente, a empatia é sentir o que a outra pessoa sente se você estivesse na mesma situação que ela, o que pode desencadear uma série de outras emoções. Existem pessoas que conseguem ser mais empáticas que outras, mas normalmente o sentimento ainda é superficial: é muito difícil estar no lugar do outro por uma série de questões.
Ainda que para divulgar um medicamento, a ação The Migraine Experience é um ótimo exemplo do quão difícil é saber de verdade o que o outro está passando. No caso, durante uma crise de enxaqueca. Durante a campanha, pessoas próximas a uma mulher que sofre de enxaqueca usaram um óculos de realidade virtual para simular o que se passa durante uma crise, como hipersensibilidade à luz e visão turva.
No Brasil, 30 milhões de pessoas sofrem com a doença, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Ela foi classificada como a 10ª doença mais incapacitante e ainda assim muitas pessoas se demonstraram surpresas com os “sintomas” demonstrados usando a realidade virtual. A ação termina com a frase: “enxaquecas são mais que só uma dor de cabeça”.
Toda essa visualização com o headset de VR traz uma melhor dimensão do que acontece durante a enxaqueca, mesmo que a pessoa não duvide que seja uma crise severa. Ainda mais que a própria experiência de realidade virtual “engana” o cérebro com o que a pessoa está vendo e já provoca algumas sensações no corpo como tontura.
Há outros meios de mexer com as emoções humanas usando a realidade virtual. Por exemplo, quem tem medo de voar pode assistir a um vídeo de um voo em 360º como parte do coaching. O tratamento de fobias também pode ser feito com a realidade aumentada; por vezes, até com um maior grau de convencimento. Quem tem aracnofobia pode passar por sessões em que o mundo real continua visível, mas com aranhas subindo na mesa em diferentes níveis, até que, com o devido acompanhamento, a fobia diminua.
Para educação, a realidade aumentada também é bem útil. O aprendizado em medicina pode ser bem melhor aproveitado com uma visualização das atividades do cérebro humano, por exemplo. No meio de uma cirurgia, o médico também pode ver outras informações que foram obtidas a partir de exames direto no paciente. E a realidade aumentada não ajuda só a medicina: engenheiros podem ver partes de mecânica com detalhe aliadas ao mundo real.
Descubra mais sobre a realidade virtual e suas diversas aplicações ligadas à cognição humana na conferência Web.br 2017, um dos principais eventos de desenvolvimento Web do Brasil, que será realizado dias 24 e 25 de outubro, em São Paulo. O tema desta edição é Imersão e Transcendência.

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